segunda-feira, 22 de junho de 2009

Twitter vai tentar ganhar dinheiro com tweets patrocinados

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Segundo Todd Chaffe, um dos investidores no Twitter, a empresa vai ganhar dinheiro com tweets patrocinados. Você receberá anúncios de acordo com o que fala no Twitter.

Falando com o New York Times, Chaffe diz que esta será um dos métodos de monetização do Twitter. “As pessoas já usam o Twitter para pegar recomendações de amigos no que comprar. [...] O e-commerce pode ser um bom negócio para o Twitter.”

Vamos ver como a empresa irá implementar isso - não quero ficar recebendo mensagens diretas de empresas, mas também quero ver o Twitter monetizando seu serviço.


por Guilherme Cherman em 21 de junho, 2009 às 8:15 PM

in
http://jornaltecnologia.com.br/2009/06/21/twitter-vai-tentar-ganhar-dinheiro-com-tweets-patrocinados/


Ailatan Dias

sábado, 13 de junho de 2009

Para que serve o Twitter

Para quem quer enteder uma das utilidades do Twitter, aqui vai uma vídeozinho interessante (e bem ilustrativo).






Abraços,
AilatanDias

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nativos Digitais

O Globo - Revista Digital - segunda-feira, 18 de maio de 2009





CHOQUE DE GERAÇÕES


Nativos digitais já estão dominando o mundo e transformando a forma como o ser humanose comunica.

Eles são capazes de ver TV, ouvir música, tedar no celular e usar o - notebook, tudo ao mesmo tempo. Ou seja, são multitarefas. Adoram experimentar novos aplicativos, têm facilidade com blogs e lidar com múltiplos links, pulaudo de site em site, sem se perder. Interagem mais uns com os outros; “acessam-se” mutuamente para depois se conhecer pessoalmente. Esta é uma pequena descrição dos Nativos Digitais, termo que define os nascidos depois dos anos 80. Opondo-se a eles estão os Imigrantes Digitais, outra terminologia recente que engloba as pessoas que não nasceram na era digital mas que estão aprendendo a lidar com a tecnologia — ou, em alguns casos, até mesmo se recusando a aceitá-la.
Expressão cunhada em 2007 por Marc Prensky; pensador e desenvolvedor de games, o termo Nativos Dígitais está sendo estudado como um fenômeno que pode causar impactos inclusive no mercado de trabalho. lo-. je, essa geração representa 50% da população ativa (pessoas de até 25 anos), mas em 2020, com o crescimento demográfico, eles serão 80% da população.
“Se você quer entender a Geração lnternet, você precisa entender o futuro. E meu filho frequentemente me lembra que o futuro é agora”. A frase, de autoria de Don Tapscott, autor de “Grown up Digital” e também do famoso “Wikinomics” resume bem o novo conflito de gerações. Isso porque a nova geração, também chamada de Y
— termo rechaçado pela maioria dos pesquisadores
— já se apropriou dos meios digitais e, agora, se comunica e se informa, age e até pensa de forma ‘diferente” (confira as principais diferenças entre as gerações na próxima página).
Luíza Mitke, hoje com 11 anos, é a típíca representante da geração de Nativos. Assim como a maior parte dos seus amigos, ela passeia com naturalidade por redes sociais online, usa MSN, celular, tem email e blog
— ou seja, domina a internet.
Para Luíza, a rede é apenas mais um meio, não uma assustadora novidade. Ao mesmo tempo, saca tanto de computador que foi a responsável pela inclusão digital da mãe e da avó. Dos meios “analógicos” comuns à geração anterior, só conhece a máquina de escrever, que no entanto nunca chegou a usar. Carteiro, então, ela só viu passar na rua.
-
Realmente não sei como mandar uma carta direitinho — diz ela.
Luíza faz parte, diz o estudioso do assunto e consultor em lnovação’e Tecnologia Volney Faustini, da geração “banhada em bits”, que está promovendo uma mudança radical na forma como o ser humano interage com o mundo.
De acordo com Faustini, é possível um imigrante digital conviver em harmonia com a nova geração, mas este nunca vai perder o “sotaque”:
-
Como imigrantes digitais, falamos com sotaque. O nativo fala a linguagem digital com naturalidade e pertinência. Ele sabe inclusive ler na tela do computador. Já o imigrante não tem a mesma desenvoltura, a mesma fluência. Não à toa, este ainda imprime emalis para ler diz o estudioso. ____________________________________________________________________________________

Para entender melhor os nativos digitais


· GROWN UP DIGITAL: www.grownupdigital.com/

· MARC PRENSK criador do termo ‘Nativos Digitais:
www.marcprensky.com

· MEU FILHO DIGITAL: BIog de Volney Faustini. Em http://meufiIhodgitaI.bIogspoLcom

· LIVRO “BORN DIGITAL’: estudo completo sobre o assunto feito pela Universidade de Harvard, nos EUA. Em http://www.borndigitaIbook.com/

· BLOG DE SÍLVIO MEIRA: http://smeira. blog.terra.com.br/

· ESTUDOS SOBRE NATIVOS DIGITAIS: Em bttp://IinyurLcom/c4dryt

· DIGITAL NATIVES NO TWITTER: Em http://twitter. com/digitalnatives

· ESTUDOS DE HARVARD SOBRE O ASSUNTO: http;// tinyuitcom/dxes7n


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O especialista Volney Faustini cita uma analogia para explicar como um imigrante digital pode lidar bem (ou não) com a nova geração Web: um estrangeiro que chega no Brasil pode aprender a falar português fluentemente (com sotaque) e se sentir à vontade, “em casa”, ou viver aqui 40 anos e nunca perder o sotaque carregado e continuar se sentindo um peixe fora Iágua. Se é possível uma boa convivência? Sim, mas as diferenças vão continuar existindo.
O jornalista Fausto Rêgo, pai de Luíza, é daqueles que se enturmaram, a ponto de ter mais características de nativo digital que de imigrante.
— Apesar de ser um “nativo analógico”, fiz bem a transição. Me encantam as possibilidades da tecnologia, a quebra de hierarquias gastas, a capacidade de fazer mais com menos. E isso tudo mesmo me assumindo um sujeito linear e sequencial, que faz uma coisa de cada vez. Minto: até faço,mas me incomoda dar conta de várias tarefas ao mesmo tempo. Deve ser bug meu.
Para Faustini, não é bug não, éo uso da tecnologia que faz com que o imigrante se adeque à nova realidade. Ele cita o estudioso Malcolm Gladwefl, para quem são necessárias dez mfl horas para que qualquer pessoa tenha fluência em qualquer coisa
— como idiomas em geral e a linguagem digital em particular
— O
nativo está mais pronto para a tecnologia. Estudos indicam que nossos filhos têm plasticidade cerébral diferente da nossa. O que pode explicar que ele seja capaz de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, como assistir TV com fone no ouvido e teclando no PC
— diz Faustini.
O pensador e especialista em computação Silvio Meira cita o “tecnólogo” inglês Douglas Adams para explicar a geração nativa digital. Disse Adams que “tudo o que existe quando você nasceu é absolutamente normal para você”.
— Tenho email há 28 anos. Não sou imigrante, faço parte da tecnologia. A questão não é de idade ou de percepção, e sim de entender a mudança de cenário — diz Silvio.
Lembra ele que a tecnologia é rápida demais, e que é necessário correr atrás.
—A cada l8 meses dobra a capacidade de processamento dos micros; a cada 12 meses, a de armazenamento; já a velocidade de transmissão de dados dobra a cada nove meses, enquanto o preço de tudo permanece o mesmo. Na hora em que se percebe isso, é preciso se perguntar: “onde estou?”. Muita gente espera que a tecnologia esteja aí pelo menos por dez anos até se adaptar a ela, como foi com a internet. Ai vem uma geração nova que vai te passar para trás e tomar seu lugar
— diz.
Outra que não se encaixa na categoria “imigrante” é Ana
Cristina Fíedier, mãe de Bruno, de 10 anos. Embora admita que o filho é mais capaz de lidar com muitas coisas ao mesmo tempo, ela cria para si uma nova categoria: a dos “migrantes pendulares”.
—
Não diria que sou uma imigrante, mas lidando com a internet a gente aprende todo dia. Talvez eu seja a tradicional migração pendular que a gente viu nos livros escolares sobre as pessoas que moravam em Niterói e trabalhavam no Rio: vamos e voltamos todos os dias — diz ela.
A internet surgiu na vida de Ana quando ela estava entrando no mercado de trabalho e alterou completamente a forma como ela exercia suas funçÕes.
— Isso criou uma janela de oportunidade para quem estava começando. Lembro que, naquele período, muitas vezes expliquei como as coisas funcionavam para chefes. Acho que esse aspecto é o mais interessante da internet: o F5 (tecla de “atualizar” no teclado) eternamente pressionado. Agora, por exemplo, estou tentando me adaptar a essas novas formas de comunicação via redes sociais e microb logs — diz.
Redes que seu filho
Bruno já domina e bem. Ele usa celular e internet todo dia, conversa no Orkut e no GTalk com os amigos, usa o Google para pesquisas mas sente falta de uma aproximação maior dos professores com a tecnologia questão levantada por todos os especialistas.
—
Coordenadores de escola, educadores e diretores estão apáticos. A escola é teórica, mas o vetor digital, que não está sendo levado em consideração, transformou a sociedade de forma radical. E como afinar o violino no convés do Titanic — diz Faustini.
Na opinião do educador Muniz
Sodré, é errado pensar que a interatividade e o “digitalismo” são propriedades da máquina. E é assim que os professores pensam.
— Este é um momento polifônico, de vozes que precisani se juntar Os professores ainda estão num modelo criado no Século XIX, o de prisão e igreja, no qual o professor é um pregador e a interatividade é mínima. Mas a era polifônica obrigada que o ambiente seja interativo. Eles precisam se abrir para as novas tecnologias e as novas formas de pluralidade.

“É PRECISO SE ABRIR PARA AS NOVAS TECNOLOGIAS E AS NOVAS FORMAS DE PLURALIDADE”.

AilatanDias

Susan e as sobrancelhas


O Globo- Segundo Caderno - Quinta – feira, 28 de maio de 2009

Logo – a Página Móvel

Susan e as sobrancelhas

Renato Lemos

Outro dia, no programa “Superbonita”, exibido pelo GNT, Taís Araújo e Cléo Pires conversaram por aproximadamente 10 minutos sobre sobrancelhas. Foi um papo animado discutiam como se falassem de questões realmente sérias, como a ida do Obina para o Palmeiras ou a inapetência do ataque do Botafogo. Estavam as duas deitadas em macas de massagem, costas nuas, nos jardins do hotel Sheraton, em São Conrado. Era uma daquelas manhãs luminosas de outono no Rio: o céu azul, o mar com espumas brancas, ventinho. Enquanto debatiam sobre os cuidados que toda mulher deve ter ao arrancar os pelos da face, outras duas mulheres massageavam e davam tapinhas em suas costas. Muito bom. Taís e Cléo, além de espetacularmente lindas, são espertas o suficiente para fazer tudo àquilo – truques de pigmentação, preenchimento de falhas, uso do Botox para atacar as rugas – parecer convincente. Diziam que, de um jeito ou de outro, as sobrancelhas podem ser um caminho seguro para se conhecer a essência de uma pessoa. Funcionou direitinho, pelo menos comigo. Até então sobrancelha era para mim uma coisa insignificante, tanto que só há pouco tempo aprendi sua grafia correta – cismava que era sombrancelha. Quando acabou o programa fui imediatamente até o espelho verificar as quantas andavam as minhas. Caramba, as meninas tinham toda razão. Olhando de perto, minhas sobrancelhas tinham o aspecto de uma BR – 101 em dia de obra. Era um caminho sem volta.

Susan Boyle, a escocesa que conquistou o mundo cantando “I dreamed a dream” no “Britain’s got talent”, program de calouros da Inglaterra, deve ter uma Taís ou uma Cléo soprando coisas em seus ouvidos. Em sua primeira apresentação, há cerca de um mês, Susan, que tem 47 anos e garantiu jamais ter sido beijada pra valer, compareceu aos estúdios enfiada em um vestido - vovozinha e, como único enfeite, um colar que parecia apenas um suporte para seu crachá (numero 4.321) pendurado. O cabelo era uma nuvem. Sapatos altos, Karl Lagerfeld, o estilista alemão que disse certa vez que um salto sete e meio salva qualquer postura, não deve ter imaginado gente como Susan usando um deles. No palco, ela era, antes de tudo, feia. Mas, acima de tudo isso – como se sinalizasse firmemente o tal caminho para se conhecer a essência de uma pessoa-havia as sobrancelhas no seu rosto. Duas. Enormes. Ferozes. Dignas. Olhando uma para outra, como duas taturanas prestes a entrar em guerra.

Domingo passado, quando disputou a semifinal do concurso, isso tudo tinha mudado. Susan reapareceu no programa como uma espécie de Dilma em inicio de campanha. Uma beleza, tipo caso de “antes” e “depois”. Usava um vestido escuro, daqueles que emagrecem. Ela cantou “Memories” tirada do musical “Cats”. É uma musica bonita. Lá pelo meio, a letra evoca tempos de felicidade e beleza. No palco, de sobrancelhas feitas e maquiagem discreta, Susan parecia uma outra mulher. Talvez por isso tenha cantado pior (chegou a desafinar tristemente nas primeiras notas). Ou talvez por isso, pela primeira vez tenhamos prestado mais a atenção à sua voz que a seu rosto. O povo bateu palmas, soltou gritinhos e a caloura faturou a chance de disputar a final do programa. Justíssimo, diga-se. Mas, no dia seguinte, os acessos ao vídeo na internet caíram para a terça parte dos registrados na estréia.

Antes de mais nada – e Maria Gladys está aí há muito tempo para confirmar -, não existe mulher feia. Nem é você que esta bebendo pouco. Há sempre alguma coisa bacana em toda mulher. Ou são os olhos. Ou as coxas. Ou ela rebola direitinho. Ou ela compra livros maneiros. Ou usa óculos legais. E saias no meio do joelho. Ou fala coisas que você gosta. Ou o acompanha nos “Velozes e Furiosos 4”. Ou fica quieta num canto. Ou tem um cheiro bom. Ou bebe cerveja com você. Ou diz que torce pro seu time. Ou faz lista pequena no supermercado. Ou usa biquíni de lacinho. Ou escreve poesia em cadernos escolares. Ou coleciona os mesmos quadrinhos que você. Ou tem uma covinha engraçada na virilha. Ou tem peitos de mamão papaia. Ou simplesmente é feia, mas canta bem. Como Susan.

Mas – vai daqui um apelo patético – queremos as sobrancelhas de Susan de volta. Susan sem sobrancelhas é como a Monalisa sem aquele sorrisinho maroto. Ou a Renata Vasconcelos sem as covinhas na bochecha. Falta algo. Personalidade. Cultivo. História. Alem de grossas elas desenham rotas em seu rosto, orientam as emoções. Sem sobrancelhas, Susan é uma cantora qualquer uma daquelas meninas do Raul Gil que não irão à parte alguma. As sobrancelhas de Susan – mais do que a sua voz – nos davam motivos sinceros de torcer pelo seu sucesso. E ter um lado para torcer é coisa essencial na vida de qualquer um.

David Lynch, o cineasta truqueiro de “Cidade dos Sonhos”, filmou “O homem Elefante” em 1980. Era um filme baseado em uma história real sobre um homem, John Merrick, com uma enorme deformidade facial, que é violentamente explorado em freak shows. O filme, melancólico e angustiante, foi produzido por Mel Brooks. O resultado é um freak movie filmado com muita categoria e sensibilidade. Na época do lançamento Lynch revelou que optara por guardar imagem do rosto de Lynch (John Hurt em atuação poderosa) para o exato momento em que a platéia estivesse dividida entra a aversão e a atração. E, a partir daí, faze-la optar pelo lado mais fraco da corda. Ele sabia que, se guardasse seus trunfos na manga poderia trazer a plateia definitivamente para seu time – e faze-la amar seu personagem. Todo mundo torce para o mais fraco, ou para o mais feio, vá lá.

Susan Boyle não é O Homem Elefante, é preciso que se esclareça. Está muito longe disso. Parece ser uma ótima companhia para um chope com torresmo no botequim da esquina. Além de cantar muito bem, é óbvio. A historinha é apenas uma ilustração dos códigos de funcionamento do mundo do espetáculo. Dos freak shows ao cinema, passando pelos programas de calouro, claro. Chacrinha que o diga. E o Ugly Betty também. O sucesso não costuma o meio-termo. Ou é ou não é. Nada mais longe do mundo do espetáculo do que o “quase”. Ali, ninguém pode ser quase bonito. Nem quase feio. Mesmo com um tratamento “superbonita” a que foi submetida, Susan ainda é feia ( ou linda, vá lá ! ) o suficiente para driblar os “quases” e vencer no final. Mas, se fosse ela, eu tratava de deixar minhas duas taturanas de molho.


AilatanDias


quinta-feira, 4 de junho de 2009

E-Democracia, a rede social da Câmara.

Os professores dos Estudos Culturais e de Mídia são realmente profetas. Pois é, essa coisa de interatividade, colaboração, redes sociais tem muito haver com política. Desde de ontem (03/06) a mais nova rede social brasileira que foi criada pela Câmara de Deputados começou a funcionar.

A diferença dessa rede para as outras (como Orkut, Facebook, Twitter...) é que ela foi criada exclusivamente para a discussão de projetos de lei.

Entre as formas de participação, o internauta poderá sugerir uma nova redação para os projetos de lei, por meio da ferramenta de produção colaborativa Wikilegis, cujo conceito é semelhante ao da Wikipedia.

"Como se trata de assuntos muito específicos, que exigem conhecimento aprofundado sobre a matéria, a discussão será dividida em dois grupos:

a) O primeiro grupo é formado por qualquer cidadão, estudioso ou não do assunto em debate, que poderá emitir livremente sua opinião sobre o tema. Essa forma de participação está voltada à discussão não especializada. É o Espaço Cidadão.

b) O segundo grupo é formado por estudiosos, especialistas, políticos, agentes do Estado e representantes da sociedade civil organizada, conhecedores do tema em debate. O espaço de discussão desse grupo será a Comunidade Virtual." - explicação do portal.

Sei lá, eu fiquei pensando aqui e não sei até que ponto essa divisão pode ferir o princípio da igualdade de uma rede que tem por nome E-Democracia.

De repente, a ciberpolítica pode ser um nova oportunidade para a Democracia (no conceito grego - 'governo de muitos') que funcionava com o gregos de uma forma super curriqueira (claro que super exclusora - só permitida aos homens não-escravos e não estrangeiros) em assembléias nas praças públicas em ambiente light de interação e colaboração.

De qualquer forma eu fiquei empolgada.
Quer saber mais? Visite: http://www.edemocracia.camara.gov.br/publico/
Brasil-sil-sil!

[Débora Nunes]

terça-feira, 19 de maio de 2009

Geração Digital

Em aula, discutimos sobre as idéias de extensões e expansões. Junto a isso, os conceitos de McLuhan que, mesmo tendo trabalhado a idéia dos meios como extensões do homem há algum tempo, continua super atual.
A cultura digital é de acesso a muitos, mas somente as gerações atuais estão realmente inseridas nela; cabendo a maioria que já passou dos dois digitos de idade ser meros 'imigrantes' do analógico para o digital. E se hoje temos alguma dificuldade de entender os meios e as novas tecnologias, ou mesmo que já tenhamos naturalizado alguns deles como o uso do celular, as novas gerações estão muito a frente. O por quê desse raciocínio? Veja o vídeo abaixo, foi ele que e fez pensar em como está tudo tão rápido e tão inserido no dia a dia...



por Érica Ribeiro

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Música e mercado fonográfico


Aqui vai uma dica interessante.
um ciclo de palestras sobre Música e mercado fonográfico. Pelos tópicos dos debates, muita coisa nos interessa diretamente pois vai refletir sobre as implicações da cultura midiática no cenário musical e nas formas de experiência de produção, distribuição e consumo de música.
fica a dica!
(Mariana Baltar)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

<*/life>


Aproveitando o último post da Larissa, vamos continuar a reflexão sobre o Orkut. O maior site de relacionamentos do mundo no Brasil tem dado muito trabalho a Google ultimamente. Trata-se do cúmulo da cultura midiática: uma caça aos defuntos na rede.

Existem várias comunidades no orkut à procura de profiles de usuários que já faleceram. Em tópicos, os participantes destas comunidades expõem os profiles aos demais membros que vão lá dar uma fuxicadinha, e quando não satisfeitos, optam por aborrecer um pouquinho a vida dos familiares.

Houve caso de pais acionando a Justiça para exigir da Google a exclusão da página pessoal da filha que havia morrido. A menina morreu num acidente de carro e deixou no orkut várias fotos com roupas de banho que foram alvo de várias edições e exposições na internet. Depois de meses pós a morte da menina é que a página foi finalmente retirada do ar. Esse e muitos outros casos semelhantes que vocês podem acompanhar ao tornarem-se membros das "benditas" comunidades.

É fato! Comunidades assim são super famosas. A comunidade mais famosa do orkut em relação isso: PGM - Profiles de Gente Morta tem 62.481 membros hoje.

Um dos perfis mais comentados na PGM é o de Roberta, que segundo as especulações da comunidade teria cometido suicídio depois que o namorado terminou com o namoro de três anos. Os familiares negam e dizem que ela morreu de ataque cardíaco. Que seja. A questão é que o irmão da Roberta tenta sem sucesso descobrir a senha pessoal da irmã para excluir a sua conta no orkut. No orkut, como sabemos, só quem detém a conta pode publicar fotos, apagar os recados, e excluir a conta porque o acesso é feito mediante senha pessoal, que na maioria das vezes não é compartilhada com amigos ou familiares.

O criador da PGM, Guilherme Dorta, explica que não é a sua intenção denegrir a imagem das pessoas. "A comunidade é dedicada à pesquisa de falecidos. A idéia é mostrar que, de uma hora para a outra, nossa vida acaba e deixamos tudo para trás, inclusive banalidades como Orkut, Fotolog e MSN", justifica na descrição da comunidade.
[Débora Nunes]

domingo, 10 de maio de 2009

"Um Orkut para os ricos e famosos"

"Chega ao Brasil o Elysiants, comunidade on-line só para quem pode celebrar a vida em grande estilo"

Quem quiser ler toda a matéria, clique aqui.

Eu achei muito interessante no subtítulo "só pra quem pode". Isso acaba com a máxima que afirmava que querer é poder. Não basta querer, tem que ter acesso.
Uma rede só para convidados, para reafirmar e ressaltar as diferenças sociais. Isso me levou a repensar o significado de redes sociais. Não havia pensado em comunidades separadas pelo poder aquisitivo. Realmente, uma comunidade Prada ou Diesel no Orkut não tem membros participantes que consomem a marca, mas uma grande parte daqueles que gostariam de fazê-lo, por isso não traduz um perfil da marca, só ressalta seu valor simbólico.
A Internet que parecia tão democrática agora mostra que é possível ter exclusividade. Com tanta gente falando em inclusão digital será que vai nascer uma nova forma de exclusão digital? Novos códigos de acesso? Redes apenas para convidados selecionados pode provocar a ira de muitos que ficaram de fora, que querem fazer parte dela.

Mas não adianta, a rede só está reproduzindo a realidade, os grupos existem, a segregação existe, desde que vivemos em sociedade existiram. Poucos estão de fato inclusos. Se o orkut já foi responsável por términos de casamentos e amizades, por que o Elysiants não poderia se tornar uma marca disputada?


por Larissa Castanheira

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pastiche ou Paródia?

O desenho animado Ilha dos desafios , que é transmitido nos canais a cabo Boomerang e CartoonNetwork,nos apresenta a um panorama rapidamente reconhecido pelos telespectadores de reality show do tipo No limite,mas com algumas tiradas que jamais apareceriam na televisão,tipo o apresentador zoando o eliminado da vez,os pensamentos dos personagens e coisas tipicas que ocorrem, como eles esquecerem que estam em um programa de tv e acharem que estão sendo espionados.
Bem o que venho propor a vocês é que assistam um episodio do desenho e me digam é pastiche ou paródia?,pois para mim ficou bem claro que dependerá do referencial de cada telespectador critico!Segue ai o primeiro episódio,que como de costume é uma apresentaçao,mas da para sacar mais ou menos o que virá a seguir,vocês irão reconhecer diversas figuras televisivas de nosso cotidiano.Divirtam-se e não esqueçam até em nossos momentos de nos divertir estamos analisando,ou melhor,somos criticos midiatico!

Lianne Corrêa







Comentando o Triunfo do Espetáculo



Comentamos na aula de hoje sobre a Cultura da Mídia e o Triunfo do Espetáculo, e este comercial (do celular Sprint Nextel) me parece um bom exemplo da necessidade de aparecer da sociedade espetacular. Podemos não ter nossa própria equipe cinematográfica nos seguindo por todo lado, mas, na verdade, nem precisamos dela.

Temos nossos blogs ou perfis no twitter (continuando a catequização pró-twitter da sala) que usamos para tentar nos destacar em meio ao sempre crescenteruído de informações instantâneas. O desejo de aparecer é perceptível no culto à celebridades, e também na grande produção e aceitação de programas de reality shows,principalmente o de transformações como "Queer Eye For The Straight Guy" em que as próprias espectadoras pedem para que seus parceiros sejam transformados pelo programa. Transformados para se adaptarem a alguma visão do "desejável" e que os façam de algum modo se destacar, e assim ser melhor aceito por elas e pela sociedade.

Pois, nessa sociedade de espetáculo, o desejo de se destacar é um instinto de sobrevivência. Vivemos a lógica do "o que é bom aparece, e aparece o que é bom" e o nosso maior medoé que sejamos apagados por sermos apenas "comuns", pois, se não aparecemos, não existimos.


Carolina Câmara

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Paródias

Ao se discutir em sala rapidamente as paródias, lembrei de uma palestra que assisti a pouco tempo sobre os cases de fracassos do Marketing nas Redes Sociais. Durante o eventos um desses casos me chamou atenção. Vamos a ele:

A cervejaria Skol abriu um tipo de concurso para as pessoas produzirem um vídeo contando algo engraçado que elas queiram contar (tipo Stand up comedy). Duas chamadas foram divulgadas, abaixo coloco uma delas, com o Rafinha Bastos.


O mais interessante nisso é que uma pessoa, iluminada (opinião minha), criou uma paródia sobre o vídeo, mas utilizando histórias relacionadas ao consumo excessivo de álcool. Vejam como ficou:


Hoje, pode não parecer mais tão igual ao original, isso porque após o vídeo entrar na rede e ser diversos acessos, a Skol entrou com uma ação contra o autor do vídeo pedindo que ele retirasse a produção do ar. Antes, o fundo, agora em chromakey verde, trazia o cenário idêntico ao da Campanha promocional 'real'.

A censura caiu na rede e a cervejaria foi alvo reprovações por todos os lados na Internet. A campanha acabou não atingindo a meta esperada, mas o Ronald Rios ganhou diversos fãs e seu caso grande repercussão nas redes sociais, com Orkut e Twiter, e até mesmo na mídia tradicional.

A paródia foi vista pela empresa como algo ofensivo, mas ela poderia a ter utilizado a seu favor, usando o vídeo para fazer uma grande campanha de conscientização sobre o consumo de bebidas alcoólicas, por exemplo.

A história completa está no Blog do Ronald, para conferir, é só clicar aqui.

por Érica Ribeiro

terça-feira, 28 de abril de 2009

E você, se deixa alienar? Ou, utiliza deste mais um instrumento para trabalhar seu raciocínio crítico?



Na última aula do dia 16/04 se instalou na sala uma discussão sobre o poder de hegemonia da Tv Globo.
Ao ler a última postagem do blog resolvi postar, além do meu comentário, mencionar um documentário que foi feito há mais de 15 anos, mas que, salvo suas considerações devidamente contextualizadas com a época em que foi produzido, ainda carrega em si questões que podem ser tencionadas para a atual realidade do poder da emissora.
No documentário, o ex-presidente e fundador da Globo, Roberto Marinho, foi o principal alvo das críticas , sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos.Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane.
O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois.

Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil.
E deixo aqui a questão de nosso posicionamento, não mais de espectadores passivos mas, de uma postura crítica e dialética através e utilizando essa mídia tão duramente criticada por uns e ingenuamente influenciada por outros.
Somos alienados?Alienadores? Ou, possíveis construtores de uma geração mais crítica ao que lhe é entregue ao alcance de sua vista.
Assistam. Vale à pena para pensar na poderosa hegemonia desta enorme emissora e de seu poder como mídia de massa e, o que mudou desde a produção deste documentário para a contínua corrida da Tv Globo pelo "poder da informação", segura e articulada com seu tempo.
Neste link dá para assistir diretamente ao documentário. Espero que assistam e reflitam. E contextualizem, por favor, se não este post não fará sentido algum



http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038&q=rede+globo



Postado por (Nayara Matos)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

West Side Story em nova versão

No mês passado (Março) a Revista "Vanity Fair" decidiu homenagear West Side Story ( Amor, Sublime Amor, na tradução), uma das histórias de amor mais conhecidas, pelo menos pelos americanos, com um ensaio fotográfico recheado de estrelas e futuras promessas de Hollywood.
O motivo de tal recordação foi o retorno do musical aos palcos da Broadway,e a revista não querendo deixar a reestréia despercebida escalou um elenco de atores para reviver as principais cenas da versão cinematográfica de mesmo nome de 1961, estrelada por Natalie Wood.
O casting conta com Camilla Belle (Maria), Ben Barnes (Tony), Jennifer Lopez (Anita), Rodrigo Santoro (Bernardo), Chris Evans (Cliff), entre outros nomes em ascendência.
A história retrata uma acirrada briga entre gangues de Nova York. Os americanos, conhecidos como Jets, são os donos do lugar por muito tempo, e sentem a necessidade de proteger o 'seu' território quando uma gangue de porta-riquenhos, os Sharks, tentam tomá-la. Em meio a essa guerra, Tony, um ex Jet, e Maria, irmã do líder Shark, se apaixonam.
O que eu acho legal é a possibilidade de se poder escolher em que mídia você quer conhecer a história; teatro, cinema ou até por fotografia. Eu adoro a mídia! O que vocês acham?
Aí abaixo vão algumas fotos do ensaio.

(Leonardo Tadaiesky)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ônibus da Morte

Achei essa matéria interessante porque este ônibus acaba por se tornar um grande espetáculo. Não é público, mas só o fato de possuir uma sirene já chama a atenção. A matéria também chama a atenção para a importância da televisão nas execuções, que são feitas em todos os cantos da China.

Conteúdo extraído da revista Superinteressante (http://www.superinteressante.com.br)24/03/2009 12:13:00
Ônibus da morte: Governo chinês usa ônibus para executar prisioneiros. Execução itinerante é novo método para se livrar de condenados.



Tirando a sirene no teto, ele não tem nada de especial. É um micro-ônibus azul e branco, com janelas escurecidas e a palavra “polícia” discretamente pintada na porta. Mas, quando os presos o ouvem se aproximar, o fim está próximo: é um dos 40 ônibus da morte criados pelo governo chinês, que viajam pelo país executando os condenados à pena capital. Quando chega a uma cidade, o ônibus vai direto para o presídio. Ele tem uma maca e acomodações para apenas 6 pessoas – o médico, o oficial de execução e os guardas. O prisioneiro é tirado da cela, amarrado à maca e recebe uma injeção com sódio tiopental (para que ele fique inconsciente), brometo de pancurônio e cloreto de potássio, substâncias que causam parada respiratória e cardíaca. A execução é transmitida ao vivo, por um circuito fechado de TV, para as autoridades locais. Se houver mais algum condenado para matar, repete-se o procedimento. Se não, é hora de cair na estrada. Segundo o governo, os ônibus da morte são uma tentativa de humanizar o sistema de execuções na China (o número oficial não é divulgado, mas acredita-se que até 10 mil pessoas sejam executadas por ano). Antes da criação da frota, em 2004, a maioria dos condenados era morta a tiros. Isso porque a injeção letal, considerada um método de execução menos cruel, só estava disponível em Pequim – e nem todas as cidades podiam, ou queriam, pagar para que seus condenados viajassem até lá. “Eu tenho orgulho [do ônibus]. Ele é humano, como uma ambulância”, disse o criador dos veículos, Kang Zhongwen, ao jornal USA Today. Mas ongs de defesa dos direitos humanos afirmam que o verdadeiro objetivo dos ônibus da morte é outro. Eles estariam sendo usados como pequenos centros cirúrgicos, onde os órgãos dos presos seriam retirados logo após a execução – e vendidos no mercado negro por autoridades chinesas. Mas é difícil provar essa acusação, pois o corpo dos condenados é cremado logo após a morte.

(Juliana Chavantes R.)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sorria, você está sendo filmado.



Achei esse comercial dos Repórteres Sem Fronteira no Youtube.

O vídeo, em inglês, é um experimento: Duas crianças são postas em um quarto com alguns brinquedos. Elas não sabem que estão sendo vigiadas, então se comportam normalmente como qualquer criança: fazem "birra" e brigam entre sí. Alguns momentos depois, coloca-se uma câmera de vídeo dentro do quarto, para que as crianças agora saibam que estão sendo monitoradas. Como era de se esperar, a noção de estarem sendo vigiadas faz com que as crianças agora brinquem em plena harmonia entre sí. O comercial termina dizendo que "somos mais civilizados quando sabemos que estamos sendo vigiados".

As verdades propostas por esse comercial são uma pequena amostra da influência que a mídia tem sobre o nosso comportamento. Não apenas como sociedade, mas como indivíduos. Determinar como esse "olho observador" da mídia pode ser uma influência positivia ou negativa pode ser um exercício um pouco assustador.
Ter alguém nos vigiando para assegurar que sejamos civilizados pode nos influenciar a vivermos sob constante "interpretações de nós mesmos", sempre desempenhando um papel que achamos ser adequado diante das câmeras.

Os Repórteres Sem Fronteiras pedem por "liberdade da imprensa". Até onde essa liberdade vai?


Por: Carolina Câmara

terça-feira, 7 de abril de 2009

"Photoshop: desde 1999 fazendo a alegria dos feios"

E da publicidade.
A frase do título eu encontrei estampada numa camiseta na loja Q-Vizu, no Rio Sul.
Achei bem engraçada. Mas o que não tem graça nenhuma é você ser enganado pela embalagem. Ora pois, quando usam photoshop numa capa de revista ninguém está vendendo o modelo da capa, apenas sua imagem. Nada de errado nisso.
Mas colocar na embalagem de um biscoito uma foto linda e sedutora como esta:
e ao abrir o pacote você se deparar com a dura e cruel realidade que é isto:

é revoltante! E foi isso que aconteceu comigo com o biscoito Visconti.

Ah, na embalagem, muuuito pequenininho vem escrito que a foto do brigadeiro é meramente ilustrativa. Mas eles deviam ter colocado que a do granulado em cima do biscoito também.

Fora o recheio, que na capa parece tão bonito, de chocolate... e quando você abre:


um chocolate albino, ou um leite maltado. No máximo.
Eu, como boa consumidora, prefiro gastar mais num pacote de Chocookie e ter algo próximo do que a embalagem me mostra, do que me contentar com esse tipo de coisa por um preço menor.

Mas será que esses frabicantes não pensam nas criancinhas? Se eu fosse mãe faria boicote aos produtos Visconti. Se um biscoito já é assim, imagina as outras coisas. A primeira impressão é a que fica, não é isso que dizem por aí?

texto e fotos por Larissa Castanheira

quarta-feira, 1 de abril de 2009

"O Pequeno Príncipe"

"Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto na lojas"
Trecho do livro "O Pequeno Prínicpe"

Achei nesta passagem do livro uma crítica, que fez parte da discussao feita em sala na terça-feira sobre o texto do Adorno, o fato de as coisas que nós temos contato virem com um sentido embutido nelas próprias. O próprio livro da onde essa passagem foi tirada. Sabemos que ele é um livro destinado à crianças, ou seja, nao há necessidade de atribuir um sentido a ele, pois supostamente sabemos pra que ele serve.
O mais interessante é que eu mesma nunca pensaria encontrar nele um tipo de crítica como essa, que logo me fez pensar no conteúdo dado em sala, pois, afinal é um livro para crinças, né. Me fez pensar bastante.


Isis Mesquita