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segunda-feira, 29 de junho de 2009

2012

O filme ‘2012 – Catástrofe’, do diretor Roland Emmerich, especialista em filmes apocalípticos, como Independence Day, e O Dia Depois de Amanhã está previsto para estrear mundialmente em 13 de novembro de 2009.

Sinopse:Em 2012, quando desastres naturais começam a destruir a Terra, pesquisador acadêmico lidera um grupo de pessoas numa luta para evitar esses eventos apocalípticos que foram previstos num antigo calendário dos povos Maias e que pode culminar com o fim da civilização.”

A polêmica sobre o fim do mundo em 2012 está cada vez mais debatida, mas deve ficar mais ainda depois do filme que vai se basear na teoria do calendário maia que diz que o fim do mundo acontecerá em 21 de Dezembro de 2012. Se você não conhece a teoria do fim do mundo 2012 e está curioso, visite o site: www.fimdomundo2012.com

As profecias para o ano de 2012 são muito curiosas e, segundo alguns, matematicamente precisas de acordo com o calendário maia. Muitos dos acontecimentos atuais estavam previstos pelos maias, inclusive o apocalipse, que a bíblia e Nostradamus também citam, segundo alguns especialistas no assunto.

O filme promete ser uma grande representação catastrófica do que prevê o calendário maia e muitos outros profetas do passado, mas aí já fica à critério da crença pessoal de cada um. O fato é que o filme ‘2012′ irá mostrar eventos que estão acontecendo, como mudanças climáticas, inundações, Tsunamis, terremotos e diversos outros fenômenos catastróficos em grande escala.

Para além de qualquer julgamento que se possa fazer ao filme, um aspecto importante é observar como 2012, assim como qualquer outro filme sobre catástrofes que se propõe a mostrar eventos que ameaçam a existência humana, se utiliza da lógica do espetáculo, através de uma superprodução recheada de efeitos visuais impecáveis.

Por Milton Batista.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Comentando o Triunfo do Espetáculo



Comentamos na aula de hoje sobre a Cultura da Mídia e o Triunfo do Espetáculo, e este comercial (do celular Sprint Nextel) me parece um bom exemplo da necessidade de aparecer da sociedade espetacular. Podemos não ter nossa própria equipe cinematográfica nos seguindo por todo lado, mas, na verdade, nem precisamos dela.

Temos nossos blogs ou perfis no twitter (continuando a catequização pró-twitter da sala) que usamos para tentar nos destacar em meio ao sempre crescenteruído de informações instantâneas. O desejo de aparecer é perceptível no culto à celebridades, e também na grande produção e aceitação de programas de reality shows,principalmente o de transformações como "Queer Eye For The Straight Guy" em que as próprias espectadoras pedem para que seus parceiros sejam transformados pelo programa. Transformados para se adaptarem a alguma visão do "desejável" e que os façam de algum modo se destacar, e assim ser melhor aceito por elas e pela sociedade.

Pois, nessa sociedade de espetáculo, o desejo de se destacar é um instinto de sobrevivência. Vivemos a lógica do "o que é bom aparece, e aparece o que é bom" e o nosso maior medoé que sejamos apagados por sermos apenas "comuns", pois, se não aparecemos, não existimos.


Carolina Câmara

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Queremos Fama?/!

Quem nunca desejou ser um ator famoso, um cantor de sucesso, um modelo internacional, um jogador de futebol milionário ou, simplesmente, uma celebridade?
No mundo da cultura da mídia, a busca pela fama é incessável. Todos os anos, milhares de pessoas gravam e mandam vídeos para a Globo na esperança de participar do Big Brother Brasil, lugar com maior concentração de pessoas inúteis por metro quadrado. Não que eu seja uma "discípula" do Adorno, até porque já assisti algumas edições do BBB (obs: para rir é válido).
Sem falar nas inúmeras edições de programas como Ídolos e Fama, que têm como objetivo lançar novos cantores no mercado fonográfico brasileiro, mas alguém conhece algum participante desses programas que fez realmente sucesso?
Tudo bem, reconheço que a Roberta Sá concorreu ao prêmio de Revelação do Ano de 2008 no VMB, o Thiaguinho canta no Exaltassamba e alguns outros gravaram trilhas sonoras para novelas, mas nada além disso.
Retomando, o que está em questão é a necessidade das pessoas de terem 15 minutinhos de fama. Agora tem até celebridade da Internet (o clipe de "Pork and beans" da banda Weezer mostra algumas dessas celebridades).
A Paris Hilton é um grande exemplo de celebridade que não faz nada, além de provocar escândalos. Porém, ela não é a única. Na própria televisão brasileira tem muita gente inútil. E isso, me lembra Debord e sua "Sociedade do Espetáculo", onde as pessoas são o que aparentam ser, ou seja, a aparência é mais importante do que a essência e, com isso, essas celebridades se tornam famosas porque aparecem e aparecem porque são famosas. O que importa não é ser bom e, sim, fazer barulho.
Para um artista que precisa de público, ter fama é relevante, mas ela precisa vir como consequência do trabalho bem-feito. Afinal, o único lugar onde sucesso vem antes de trabalho é no dicionário, ou pelo menos, deveria ser assim.Eu acredito que o público tem que dar valor apenas para quem merece e, não para pessoas inúteis que querem aparecer na televisão a qualquer custo, como o ex-marido da Suzana Vieira.
As pessoas devem ser mais críticas e dar ibope apenas para quem merece. Concordo com a frase do Marcelo D2 que diz: "Celebridade é artista, artista que não faz arte". Então, se o seu objetivo é a fama, estude e trabalhe para conseguí-la da forma mais digna possível.


Por Laís Rodrigues